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Diário do Farol

3/10/2019

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Autor: João Ubaldo Ribeiro
Editora: Nova Fronteira
Ano: 2002

por Liz Frizzine

João Ubaldo Ribeiro (23/01/1943 - 18/07/2014) membro imortal da Academia Brasileira de Letras. As obras de João Ubaldo Ribeiro são marcadas pela ironia e contexto social. 
DIÁRIO DO FAROL traz como marca uma narrativa em primeira pessoa, ou seja, temos um narrador-personagem e não somente, mas também é o protagonista. O narrador conta-nos a história no tempo presente e de forma ousada, pois conta com a memória (que pode o trair) e ainda afirma de forma categórica que "o conteúdo desta narrativa é honesto e escrupulosamente verdadeiro, com exceção dos nomes próprios citados, mas seu final poderá ser falso" (p.9).
O leitor pode esperar de tudo quando se trata de um protagonista sociopata/psicopata − ou seria apenas um homem ensandecido (?!) − que, sob o senso moral ditado e aceito pela sociedade, mostra o quanto é possível obter facilmente sucesso... 
É de responsabilidade do leitor ler o DIÁRIO e também é de responsabilidade do leitor o julgamento que fará do narrador e de todas as tragédias e crueldades por ele executadas e vividas ao longo da narrativa.    
Sem dúvida, a narrativa é marcante e prende o leitor dada a forma como tais acontecimentos são tratados a ponto de serem justificáveis (?!) ou simplesmente execráveis; mas, jamais o leitor ficará indiferente a eles. Como o protagonista deixa claro que não há uma verdade apenas e afirma antes mesmo de iniciar sua narrativa: "Não se deve confiar em ninguém".
Dessa maneira, o leitor deve esperar que, mesmo sob a afirmação contundente de que se trata de uma história contada em compromisso com a honestidade, o contador da história (também) não é confiável, quem lê a história (inclusive)não é confiável! Quem escreve essa resenha... não é confiável!!! 
Por isso, se eu fosse você, não confiaria no que escrevi e leria essa intrigante obra para chegar às suas próprias conclusões (se é que é possível chegar a alguma.... confiável!) 
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